quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Seguro Viagem para Gestantes

Viajar durante a gravidez pode gerar muitas dúvidas nas futuras mães e algumas dicas básicas sobre o voo e o seguro de viagem podem solucionar as principais delas.

Posso viajar de avião grávida?
Esta é uma dúvida frequente e, embora possa parecer uma bobagem, é muito relevante. Mulheres grávidas podem viajar de avião, mas os médicos recomendam que estas viagens sejam feitas entre o terceiro e o sétimo mês, que seja feita uma consulta prévia ao obstetra para avaliar se há riscos e que se tome cuidados durante o voo com a circulação e a hidratação.

Quais as regras das companhias aéreas nesta situação?
As regras podem sofrer variações conforme a companhia aérea, mas tem um perfil bastante parecido. 
A partir da 28ª semana a passageira geralmente deverá apresentar um atestado médico comprovando que está em condições de viajar e ocasionalmente deverá fazer uma declaração de responsabilidade ou preencher algum tipo de relatório.

Lembrando que os cuidados e documentos serão um pouco diferentes para gestação de gêmeos.

Qual o melhor seguro viagem para gestantes?
O "melhor seguro de viagem" é uma das maiores questões entre viajantes de todos os tipos, e não seria diferente com as gestantes. Neste caso as opções são um pouco mais restritas dentro do portfólio das companhias, mas é indispensável contratar um plano. Um dos principais critérios da futura mãe deverá ser observar se o seguro terá cobertura para o período de sua gestação durante a viagem antes de contratá-lo. Os planos poderão cobrir até a 26ª ou a 34ª semana e é fundamental informar o período correto ao contratar para evitar inconvenientes. Outra atitude fundamental é ler as condições gerais do plano ou do upgrade para gravidez, uma vez que as regras e coberturas também podem ser diferentes entre as seguradoras.

Meu plano vai cobrir o parto?
O Seguro Viagem é um serviço destinado a urgências e emergências - ou seja, partos prematuros e abortos espontâneos costumam estar previstos entre os atendimentos cobertos. Porém, atendimentos relacionados a pré-natal e partos de curso normal estão excluídos, assim como abortos provocados.
Estas informações extremamente importantes são apresentados nas condições gerais de todas as seguradoras.

E se eu não contratar um seguro com a cobertura para gestante?
Uma das reclamações mais comuns contra o Seguro Viagem é "o plano não cobriu determinado ponto", entretanto a contratação deve ser feita levando em consideração todos os aspectos da viagem e do viajante - e também é comum que as pessoas não sejam muito cuidadosas com isto por pressa ou economia.
Assim como um seguro de automóvel não cobre se o carro for batido por um motorista não declarado durante a contratação, a seguradora pode se recusar a arcar com despesas diferentes das previstas pelo plano escolhido. Preferir um plano com valor mais baixo mas que não atenda às reais necessidades é uma contratação arriscada, onde o barato pode sair muito mais caro do que adquirir o seguro para o devido perfil.

Tem outras dúvidas sobre Seguro Viagem para Gestantes? Deixe nos comentários para que possamos complementar o post. ;)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Seguro Viagem para a Coreia

É comum que famílias coreanas residentes no Brasil ocasionalmente visitem o país ou enviem seus filhos para estudar lá - caminho seguido agora por outros estudantes, sem ligação familiar com o país, através do bolsas de ensino. A Coreia do Sul é um país extremamente desenvolvido e demonstra excelência no ensino.

Visto
De acordo com informações da Embaixada coreana, não é necessário visto para viagens de turismo e negócios com permanência de até 90 dias - porém, para outras finalidades há vistos específicos, que o viajante deve solicitar aos órgãos oficiais do país em Brasília ou em São Paulo. Além disso, quem for permanecer no país por mais de três meses deve se registrar na imigração e obter seu cartão de registro.
Entretanto, pode ser necessário solicitar o visto estadunidense pois alguns voos fazem escala em Los Angeles.

Sistema de Saúde e Seguro Viagem
O sistema de saúde coreano pode ser utilizado por estrangeiros, mas há duas ressalvas: o registro será feito conforme o tipo de visto e o estrangeiro deverá pagar uma mensalidade para utilizar o serviço - e ainda poderá ser necessário pagar pela consulta ou exame.
Desta forma, a contratação do seguro viagem é muito recomendada para manter os gastos dentro de um orçamento previsto e ainda proteger o viajante durante o longo trajeto até a Ásia.
Veja aqui as opções das principais seguradoras do mercado e obtenha o plano mais adequado ao perfil de sua viagem.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Seguro Viagem para a China

Viajar para a China pode ser um choque cultural imenso, por isso é importante ter atenção com os detalhes que antecedem a chegada à terra dos dragões.

Documentos
Os documentos indispensáveis para viajantes à China são o passaporte - com validade mínima de 6 meses - e o visto que, segundo o consulado chinês em São Paulo, será diferente conforme o perfil de sua viagem. O consulado irá solicitar outros documentos específicos e as taxas do visto também variam conforme a modalidade - R$100 e R$300 - e o prazo para ficar pronto é de 4 dias úteis.

Vacinas
Quanto às vacinas, de acordo com a OMS o certificado de vacinação contra febre amarela será requerido de viajantes que partiram ou transitaram por países onde há risco de contaminação da doença. Em alguns lugares da China há risco de contaminação por Malária, por isso deixe todas as suas vacinas em dia com pelo menos 15 dias de antecedência à viagem.

Jet Lag
Do Brasil à China a viagem pode durar até 30 horas e há uma diferença de quase 24 horas no fuso horário. Tudo isso pode causar uma confusão enorme no corpo do viajante - o Jet Lag - que pode levar até um dia para cada hora de diferença no fuso para ser amenizado.
Para evitar o choque, é interessante buscar uma aproximação dos horários alguns dias antes de embarcar - fazendo refeições nas horas em que provavelmente se alimentará no destino, por exemplo.

Alimentação
Uma dica fundamental de saúde é: cuidado com a alimentação. Mesmo os pratos chineses que são conhecidos no Brasil podem ser muito diferentes em sua terra natal e causar alguma estranheza.

Saúde na China
A China faz parte da área de risco de diversas doenças, segundo o Mapa Interativo da OMS. Atualmente há rumores de um novo tipo de gripe aviária no país - clique aqui para ver a notícia de 07.08.13.
O país enfrenta dificuldades relacionadas à saúde e o sistema público é diferente do SUS brasileiro - lá os pacientes precisam pagar por parte dos atendimentos e tratamentos.

Seguro Viagem
É fundamental escolher um plano com boas coberturas para uma viagem à China, pois com tantas diferenças - de horário, de alimentos e no sistema de saúde - é importante ter garantia de uma central de atendimento em português, ou outro idioma no qual seja fluente, a indicação de um local certo para ser atendido e que estes custos serão pagos pela seguradora, para que o câmbio não seja mais uma preocupação no caso de uma enfermidade ou acidente.
No site www.seguroviagem.srv.br você pode cotar vários planos das principais seguradoras do mercado e encontrar o plano com o melhor custo-benefício para esta viagem.

Vai pra China e tem outras dúvidas? Quer dividir uma experiência que teve no país? Deixe um comentário! ;D

terça-feira, 30 de julho de 2013

Seguro Viagem para a França e seus Territórios e Departamentos Ultramarinos

Museu dos Tecidos e das Artes Decorativas de Lyon
Foto: Only Lyon
Conheça cinco motivos para contratar um Seguro Viagem para a França e saiba como escolher o melhor plano para sua viagem.

1. É obrigatório
A França faz parte do Tratado de Schengen e isso significa que você deve contratar um seguro viagem com pelo menos 30 mil Euros de cobertura em Assistência Médica. Para a França também é importante que o plano tenha coberturas como Repatriação Sanitária e Repatriação Funerária. Claro que nada disso é muito empolgante quando você está programando sua viagem, mas é uma preocupação indispensável, e que pode evitar dores de cabeça ao ingressar no país ou caso tenha algum imprevisto de saúde.

2. É conveniente
Um Seguro Viagem não se resume a estas coberturas obrigatórias - também há itens como assistência no caso de extravio de bagagem, assistência odontológica e até mesmo para fianças e concierge.

3. É ilegal contratar lá fora
De acordo com a SUSEP, brasileiros não podem contratar seguros no exterior. Caso você faça isso e precise utilizar o plano, no caso de um reembolso você pode ter dar explicações sobre um depósito internacional em sua conta ou precisará abrir uma conta no país onde está - e nada disso é muito agradável.

4. Não é caro nem complicado
O valor do plano sempre será calculado conforme o período de sua viagem e as coberturas disponíveis. Em muitos casos, dividindo o investimento feito no plano pela quantidade de dias de viagem, o resultado é um valor diário muito pequeno. O serviço pode ser contratado pela internet - no www.seguroviagem.srv.br também é possível comparar os planos oferecidos por diversas companhias e, após a contratação, receber uma apólice digital muito prática.

5. O sistema de saúde francês
Embora seja considerado um dos melhores sistemas de saúde do mundo, não existe acordo diplomático que garanta o atendimento de brasileiros como se fossem cidadãos franceses. Além disso, caso seja permitido seu acesso a ele, o sistema é bastante complexo e funciona por categorias de reembolso que nem sempre irá devolver o valor integral pago. Para informações mais detalhadas, acesse o site da Comunidade Brasileira na França.


E como saber qual o Seguro Viagem mais adequado?

1. Qual o motivo de sua viagem?
É importante avaliar que tipo de viajante você é - estudante, turista, gestante, idoso - e qual a finalidade e duração de sua viagem - está indo a trabalho por uma semana ou para um intercâmbio de um ano? Vai para conhecer museus ou praticar esqui? Essas características de sua viagem vão determinar quais características seu seguro deve ter, a quais critérios deve atender.

2. Participará de competições esportivas?
Muitas pessoas perguntam sobre a cobertura para esportes. Algumas práticas são muito específicas, então é importante perguntar se o plano desejado atende - poucos seguros cobrem balonismo, por exemplo, mas vários cobrem esportes de neve praticados em lugares regulamentados. Existem também planos específicos para quem for participar de competições amadoras.

3. Mas e as reclamações sobre as seguradoras?
Há pessoas que acessam o "Reclame Aqui" e se apegam à ideia que um determinado serviço é ruim, sem levar em consideração que o site é voltado apenas para as reclamações e tem como estatísticas apenas os usuários do site, e não todos os clientes daquele serviço, o que pode causar uma falsa impressão - será que aquele grupo de pessoas é uma maioria entre os clientes do seguro ou apenas uma minoria que não ficou satisfeita? Ou ainda: será que TODAS as reclamações possuem fundamento ou algumas são apenas desabafo das pessoas no momento em que estão mais aborrecidas com o que não funcionou?
Não é raro ver reclamações de clientes que não fizeram uso correto do serviço, por isso SEMPRE leia as condições gerais do seu plano.

4. Sou bolsista, serve para mim?

Sim, na maioria dos casos. A menos que o edital de sua bolsa estipule que deve ser contratado um plano específico por meio da universidade anfitriã, os planos de Seguro Viagem possuem a cobertura de saúde e repatriação, conforme as exigências francesas. Faça parte deste grupo para mais informações sobre planos e condições especiais para bolsistas.

ATUALIZADO (13.11)
5. Vou viajar para um território ou departamento francês fora da França, preciso ter um seguro? Os territórios e departamentos franceses - como Guadalupe, Guiana Francesa, Martinica, Nova Caledônia, Polinésia Francesa, São Bartolomeu, Saint-Martin e Wallis Futuna - estão sujeitos às mesmas regras que a própria França em relação ao Seguro. Maiores informações sobre os documentos necessários para ingressar nestas localidades estão disponíveis no site do consulado.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Seguro Viagem e o Tratado de Schengen

Monumento em Schengen - Foto: European Parliament/Belpress
Às margens do rio Mosela, no sudeste de Luxemburgo, uma pequena cidade produtora de vinho sediou em 1985 a assinatura de um importante acordo de circulação de pessoas na Europa e emprestou seu nome ao documento - o Tratado de Schengen.

Schengen fica localizada próxima à fronteira entre Alemanha, França e Luxemburgo, que foram os primeiros signatários do acordo - que incluía também a Bélgica e os Países Baixos, que junto com Luxemburgo formavam o Benelux, bloco onde já havia a livre circulação de pessoas.


O que é o Tratado de Schengen?
O Tratado, também conhecido como Acordo de Schengen, foi assinado no dia 14 de junho de 1985 e estabelece uma política de livre circulação de pessoas entre os países membros.
No decorrer dos anos desde sua assinatura, muitos outros países aderiram ao acordo, além dos cinco membros iniciais. Estes países reforçaram o controle das fronteiras externas ao Espaço Schengen, mas a circulação de cidadãos ou turistas entre eles é livre - como em viagens domésticas.


Quem faz parte do Espaço Schengen?
Atualmente, os países que fazem parte deste espaço de livre circulação de pessoas denominado Espaço Schengen são:
Alemanha, França, Bélgica, Países Baixos (Holanda) e Luxemburgo (1985);
Itália (1990); Espanha e Portugal (1991); Grécia (1992); Áustria (1995);
Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia (1996);
Estônia, Eslováquia, Eslovênia, Hungria, Letônia, Lituânia, Malta, Polônia e República Checa (2004) e Suíça (2005) e Liechtenstein (2008).
Chipre (2004); Romênia e Bulgária (2007)  - em fase de implementação

Esta área não deve ser confundida com a União Europeia - note que a Noruega, por exemplo, integra o Espaço Schengen, mas não a União Europeia e o Reino Unido e a Irlanda são integrantes desta, mas não fazem parte do Tratado.


Qual a relação entre Seguro Viagem e o Tratado de Schengen?
Para ingressar nos países do Espaço Schengen, o viajante brasileiro deve apresentar obrigatoriamente alguns documentos, como o passaporte, emitido a menos de 10 anos e com validade de 90 dias após o viajante deixar a Área Schengen (veja aqui o documento oficial com estas regras), e o comprovante de contratação de um Seguro Viagem que tenha cobertura mínima de 30 mil euros em assistência médica para doenças e acidentes. Também podem ser solicitados comprovantes de renda e de local da estadia.
A falta de qualquer documento exigido pode resultar no impedimento do viajante de ingressar no país, por isso fique atento e coloque a contratação do seu plano entre as prioridades na organização de sua viagem.


Fontes: Wikipedia, Europa.eu e Real.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Seguro Viagem para a Itália

A Prato della Valle, em Padova (Pádua).
Uma das universidades mais importantes da Itália fica na cidade.
A Itália é um destino que atrai muitos brasileiros descendentes de italianos, mas também é interessantíssima para os viajantes que buscam história, gastronomia, moda... Não faltam motivos para conhecer o país com formato de bota.

Com o verão na Europa e a viagem de bolsistas para ingressar nas universidades do país no segundo semestre, há muitas pessoas preparando a primeira - ou mais uma - viagem, e o Seguro é um item obrigatório para estes viajantes.

Tratado de Schengen
É o acordo que estabelece que para entrar em grande parte dos países europeus a cobertura de 30 mil euros em Assistência Médica é obrigatória - e a Itália está entre estes países.

Seguro Saúde, Seguro Viagem e Assistência de Viagem
Na hora de encontrar o melhor plano, entretanto, muitas pessoas esbarram em uma dúvida comum: qual é a diferença entre Seguro Saúde, Seguro Viagem e Assistência de Viagem?
Já falamos mais detalhadamente sobre isso aqui no blog, clique aqui para ler o post.

CDAM
Outra dúvida muito frequente é sobre o Certificado de Direito a Assistência Médica (CDAM), que permite ao viajante brasileiro utilizar o sistema público de saúde em outros países. Este certificado é fornecido para contribuintes do INSS e deve ser solicitado ainda no Brasil, mas é restrito a alguns países que possuem acordos com o Brasil.
Embora exista esta possibilidade na Itália, a Anvisa recomenda em seu Guia do Viajante que o passageiro considere a contratação de um plano particular - este detalhe pode fazer a diferença, principalmente para quem vai ficar durante mais tempo no exterior, como os estudantes.

Contratação Ilegal
Contratar um plano na Europa pode parecer uma boa opção mas, de acordo com as regras da Superintendência de Seguros Privados do Brasil (SUSEP), a instituição que regulamenta o comércio de seguros no Brasil, esta contratação é ilegal pois contraria as medidas tomadas para evitar evasão de divisas e sonegação de impostos. Você pode ver mais detalhes sobre isso aqui na terceira parte deste post.

Foto original: Villa Lussana

Vai pra Itália e tem outras dúvidas? Quer dividir uma experiência que teve no país? Deixe um comentário! ;D

terça-feira, 18 de junho de 2013

Seguro Viagem para Austrália, Coreia do Sul, Finlândia, Reino Unido e Nova Zelândia

Universidade de Mulheres Ewha, em Seul, fundada em 1886.
Confira abaixo algumas informações específicas sobre Seguro Viagem para estes novos destinos:

Austrália
Conforme já comentamos aqui no blog neste post específico sobre a Austrália, o Departamento de Imigração do país exige a contratação antecipada do OSHC (Overseas Student Health Cover) que é o Seguro Saúde para Estudante Estrangeiro, obrigatório.
Porém, este plano é válido apenas dentro do país, e assim o estudante fica sem nenhum tipo de cobertura durante as mais de 24h de viagem entre o Brasil e a Austrália.

Coreia do Sul
De acordo com a cartilha disponibilizada no site do programa, estrangeiros residentes no país podem se registrar no Sistema Nacional de Saúde, caso não possuam um plano de saúde internacional - porém, este sistema não é gratuito. O estrangeiro deverá contribuir com um valor mensal, que se não for pago implica em não ter direito à assistência.
Além disso, assim como o sistema de saúde inglês, em alguns casos o usuário deverá pagar parte do valor da consulta ou do exame ao sistema sul-coreano. Outra particularidade é que se for direto a um hospital grande, sem passar antes por um posto de saúde local, o paciente deverá arcar com as despesas médicas - exceto em casos de emergência.


Finlândia
Embora não faça parte do eixo turístico mais tradicional, a Finlândia também faz parte do Tratado de Schengen, que exige a contratação de um Seguro Viagem com cobertura de 30 mil Euros em Assistência Médica para turistas. Já para solicitar o visto de estudante é necessário comprovar a contratação de um plano com cobertura de 100 mil Euros.

Reino Unido
Algumas questões específicas já foram abordadas no post sobre o Seguro Viagem para a Inglaterra. 
O Reino Unido não exige os mesmos 30 mil Euros do Tratado de Schengen, mas é interessante contratar um Seguro Viagem que tenha esta cobertura, pois assim é possível ir para qualquer país do Tratado sem precisar se preocupar com a negação da entrada no país de destino.

Nova Zelândia
O sistema público de saúde da Nova Zelândia é gratuito apenas para cidadãos locais, australianos e britânicos, para todas as outras nacionalidades o atendimento é cobrado. É um país que sofre a incidência de muita radiação ultravioleta e há casos de giardíase. Embora o Seguro Viagem não seja obrigatório, como na Europa, é extremamente importante contratar um diante destas informações.

Para todos os destinos, é sempre importante o estudante levar em consideração alguns pontos:
- Plano universitários muitas vezes cobrem apenas a cidade do campus e após o início do período letivo, por isso ter um plano que cubra o aluno desde a sua partida até o início da vigência deste outro plano é fundamental.
- A Anvisa recomenda que, mesmo para destinos onde possam ter acesso ao sistema público de saúde, os viajantes contratem seu Seguro Viagem particular.
- Na maioria dos casos, não é permitido aos estudantes do CSF retornar ao Brasil durante a vigência da bolsa. Sendo assim, amigos e familiares que forem visitar os bolsistas devem ter seus próprios planos, para evitar incômodos caso precisem de algum atendimento.